Desde 1970 a pensar em Portugal

 

Foram eleitos a 24 de junho de 2020,  em Assembleia Geral os Órgãos Sociais da SEDES

 

Mesa Assembleia Geral 

Presidente – João Salgueiro

Vice-Presidente – António Tavares

1ª. Secretária – Ana Sofia Batista

2º. Secretário – Sousa e Castro

 

Conselho Fiscal 

Presidente – José de Azevedo Pereira

Nuno Oliveira

Paulo Pereira

 

Conselho Coordenador  

Presidente – Álvaro Beleza, Alexandre Patrício Gouveia, Carlos Alves, Gustavo Guimarães, Henrique Monteiro, Joao Duque, José Ribeiro e Castro, Maria João Louro, Nadim Habib Rita Nabeiro, Rui Paiva

 

Quero agradecer aos associados a confiança na nossa equipe e programa, e afirmar mais uma vez, que iremos tudo fazer para comemorar os “50 anos da SEDES” honrando os nossos pais fundadores.

“50 anos a pensar Portugal”, por um desenvolvimento económico ao serviço dos portugueses.

A SEDES irá apresentar propostas estratégicas para as próximas décadas, iniciando já na próxima semana o trabalho!

Álvaro Beleza

Presidente do Conselho Coordenador

Destaque

ao fim da tarde levar Portugal a bom Porto

 

ALTERAÇÃO DE DATA

 

Por motivos aos quais a SEDES é alheia, foi necessário alterar a data deste Evento, já divulgado, para o próximo dia 1 de outubro, pelas 17H30, mantendo-se o local, no Palácio da Bolsa, na cidade do Porto.

Com esta iniciativa, inserida nas comemorações do cinquentenário da SEDES, ao fim da tarde, intitulada «Levar Portugal a Bom Porto» e que se caracterizará pela realização de conferências e seminários onde se debaterão temas da maior importância para o futuro coletivo do país.

Convidamo-lo a assistir à primeira conferência em que o orador será o Professor António Costa Silva, que abordará o tema “Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal”. Esta é, pois, uma oportunidade para melhor ficar a conhecer e debater o plano de recuperação económica aconselhado ao governo, e é mais uma iniciativa em que a SEDES materializa o seu desígnio fundador de contribuir para o estudo e debate das temáticas relativas ao desenvolvimento económico e social do País.

Atendendo a que, por força das medidas de saúde pública a adotar, a lotação da sala será limitada, aconselhamos a que faça a sua inscrição o mais rapidamente possível, para o email sedes@sedes.pt.

Fim de tarde na SEDES com quem Sabe

NB – Devido às restrições por causa da COVID-19, a sessão “A URGÊNCIA DE NOVA ESTRATÉGIA DE CRESCIMENTO” realiza-se apenas via internet através da plataforma ZOOM, sem qualquer assistência na habitual sala da SEDES. Para a respetiva inscrição, ver em baixo, como proceder.

COMO PROCEDER À INSCRIÇÃO E PARTICIPAÇÃO?

Bastará enviarem e-mail para sedes@sedes.pt a solicitar o link para a sessão ZOOM, o qual será logo enviado na resposta por e-mail, bem como o ID da sessão.

O direto da sessão é assegurado por uma sala ZOOM do “Jornal Económico”, que conduzirá no plano técnico a transmissão do debate.

Os inscritos deverão ligar-se à plataforma 10 a 15 minutos antes da hora da sessão (16h00), a fim de se assegurarem, com antecedência, que está tudo bem.
Qualquer reclamação poderá ser feita nessa altura ou para esta página, ou para o e-mail sedes@sedes.pt, a fim de se poder solucionar a tempo o problema de que se queixem.

Fim de tarde na SEDES com quem Sabe

 

                             

 

Este debate foi sobre a controvérsia recentemente gerada a respeito da Lei de Naturalização dos Sefarditas.

Esta lei permitiu o retorno à nacionalidade portuguesa dos descendentes dos judeus sefarditas expulsos de Portugal, a partir dos finais do século XV,

em aplicação do Édito de Expulsão de D. Manuel I, de 1496.

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Assista à conversa com Maria de Belém Roseira e José Ribeiro e Castro Debate moderado por Henrique Monteiro

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/lei-de-naturalizacao-dos-sefarditas-em-debate-na-sedes-assista-a-conversa-com-maria-de-belem-roseira-e-jose-ribeiro-e-castro-607990

 

Destaque

Fim de tarde na SEDES com quem Sabe

AVISO

 

Devido às restrições impostas pela prevenção do Covid-19 (Coronavírus), são SUSPENSAS as sessões de fim de tarde na SEDES com quem sabe, sobre “Energia”, dia 23  de março,  com Clemente Pedro Nunes, e sobre “A Indústria em Portugal e o seu futuro” com António Saraiva, dia 6 de abril, para uma data próxima, que anunciaremos brevemente.

Certos da vossa compreensão voltaremos ao vosso contato, tão breve quanto possível.

Com as nossas melhores saudações

O Conselho Coordenador

 

 

 

 

 

Fim de tarde na SEDES com quem Sabe

AVISO

 

Devido às restrições impostas pela prevenção do Covid-19 (Coronavírus), é adiada a sessão de fim de tarde na SEDES com quem sabe, sobre “Produtividade”, deste dia 9 de março, pelas 18h na SEDES, para uma data próxima, que anunciaremos brevemente.

Certos da vossa compreensão voltaremos ao vosso contato.

Com as nossas melhores saudações

O Conselho Coordenador

 

João Duque: “Ai vamos sofrer e vamos sofrer bem” se os juros subirem

Jornal Público

Entrevista 3 de Outubro de 2019, 6:30

A SEDES, presidida por João Duque, alerta os partidos neste período de campanha eleitoral para as consequências “negativas” da continuação da política do BCE. “Estamos a cavar o buraco onde já estamos metidos”, diz, prevendo instabilidade a próxima legislatura.

 João Duque alerta para os perigos escondidos da dívida pública, defende um Governo de bloco central em caso de recessão e até ironiza: “Já viu o que era dois Centenos juntos? Era imbatível”​. Em entrevista ao PÚBLICO e à Renascença, que pode ouvir hoje a partir das 13 horas, o presidente da SEDES critica ainda o atual Governo no que diz respeito às metas da neutralidade carbónica. O Governo foi “ambicioso” e “ingénuo” e, para ser “coerente”, deveria “tributar mais a gasolina”, defende.

                         https://www.publico.pt/2019/10/03/economia/entrevista/joao-duque-1888642

João Duque: Tanto PS como PSD estão “a contar com a ajuda” do BCE, juros negativos e exportações

 

João Duque, economista e professor do ISEG O PS e o PSD não estão acautelar o impacto que a desaceleração económica global poderá ter em Portugal, alerta o economista e presidente da Associação para o Desenvolvimento Económico e Social (SEDES), João Duque. Em  entrevista ao Público (acesso condicionado) e à Renascença (acesso livre), antecipa que a próxima legislatura seja de instabilidade.

 

 

“Os modelos do PSD e PS preveem que, havendo algum arrefecimento da economia, isso não é catastrófico. Estão muito a contar com a ajuda, para já, do Banco Central Europeu (BCE) e das taxas de juros negativas e também com a expansão dos orçamentos das economias para onde exportamos“, afirmou João Duque.

O economista considera que os cenários macroeconómicos apresentados pelos dois maiores partidos dependem da continuação da política expansionista do BCE, que tem permitido baixar os juros das dívidas dos países da Zona Euro. Por outro lado, que as exportações — um dos principais contributos para o crescimento económico do país — irá manter-se inalterado mesmo que os países para onde Portugal exporta sofram igualmente com a desaceleração.

A três dias das eleições legislativas, Duque lamenta que estes temas não sejam abordados pelos candidatos. “Pensam assim ‘não vale a pena estar a assustar as pessoas’ e dizer-lhes ‘se houver necessidade de cortar, eu vou fazer não sei o quê’. Não vale a pena falar nisso”, disse.

“Quero crer que os programas futuros possam ser melhores. As últimas eleições foram aquelas onde senti discutir-se pela primeira vez um quadro macroeconómico. Foi — e muito bem — o PS que trouxe para cima da mesa um quadro com projeção e simulação do crescimento económico com base numa política orçamental. Agora, o PSD, estando na oposição, viu-se na necessidade de fazer a mesma coisa. Isto é bom. Se calhar, nas próximas eleições já teremos alguns partidos a dizer que, em caso de recessão, devemos entrar por este ou aquele caminho“, acrescentou o economista.

  https://eco.sapo.pt/2019/10/03/joao-duque

SEDES – Analisa programas dos partidos

TVI 24 – A Caminho das Legislativas 2019 – Diário de campanha – 28 de setembro de 2019

 A SEDES – Associação para o Desenvolvimento Económico e Social analisou os programas eleitorais e as críticas mais duras vão para as propostas nas áreas da Economia e Finanças, nas quais nenhum partido tem nota positiva.

A Sedes analisou ainda as ideias para a reforma eleitoral e para a saúde a pensar nos próximos quatro anos.

As piores notas vão para o PAN e o Livre, cujos programas, diz a SEDES, poderiam causar uma grave crise económica.

Na área da saúde, PS, PSD e CDS são os partidos que têm as propostas mais realistas e moderadas. A nota negativa vai para as ideias do Aliança e do PAN.

Poderá aceder ao Programa em: https://tviplayer.iol.pt/programa/a-caminho-das-legislativas/5538cdc50cf28ed9ef1d5f61/video/5d8ff3b30cf2bd64e1c5842d

 

Análise Programas Eleitorais

Tal como já anunciado na Comunicação Social, a SEDES criou Grupos de Trabalho para proceder à análise dos PROGRAMAS ELEITORAIS dos principais partidos políticos, com vista às próximas Eleições Legislativas de 6 de outubro.
Os resultados desta análise serão apresentados no próximo dia 19 de setembro (quinta-feira), às 17h00, na SEDES.
A sessão será presidida pelo Presidente do Conselho Coordenador, João Duque, contando também com a participação dos demais membros do Conselho Coordenador da SEDES (Alexandre Patrício Gouveia, Álvaro Beleza, Carlos Alves, Gustavo Guimarães, José de Azevedo Pereira, José Ribeiro e Castro, Maria João Louro e Rui Paiva) e de outros especialistas que integraram os grupos de trabalho.

Poderá proceder à sua inscrição através de conferencias@sedes.pt

 

 

A análise dos programas eleitorais feita pela SEDES foi debatida com “O Jornal Económico”, na sua última edição semanal em papel  27.set.2019

https://drive.google.com/file/d/1qkhB57GgwHtJScjSvxFoctDh1C6ajmgu/view

SIC-N_Análise Programas Eletorais 18 set 2019

SIC-N – NEGÓCIOS DA SEMANA – 18 set 2019

– SEDES analisa Programas Eleitorais –

https://sicnoticias.pt/programas/negociosdasemana/2019-09-19-Analise-dos-Programas-Eleitorais-dos-Partidos

MANIFESTO - Julho 2019

MANIFESTO SÓ HÁ DESENVOLVIMENTO SOCIAL SUSTENTÁVEL COM CRESCIMENTO ECONÓMICO AMBICIOSO

Fim de tarde na SEDES com quem sabe

“O que importa e o que não importa em Educação”

Com Nuno Crato

Poderá aceder à transmissão da conferência realizada no dia 24 de fevereiro na SEDES, através do seguinte link:

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/educacao-em-debate-na-sedes-assista-a-conversa-com-nuno-crato-ex-ministro-da-educacao-551462

“A Justiça em Portugal”

Com Daniel Proença de Carvalho

Poderá aceder à transmissão da conferência realizada no dia 17 de fevereiro na SEDES, através do seguinte link:

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/justica-em-debate-na-sedes-assista-a-conversa-com-o-advogado-daniel-proenca-de-carvalho-548813

“Coronavírus e o impacto na Sociedade

Com Ricardo Mexia e Peter Villax

Conferência realizada na SEDES a 10 de janeiro de 2020

O médico Ricardo Mexia explicou na SEDES, em Lisboa, que em Portugal não há razão para alarme por causa do coronavirus. O presidente da Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública considera que há é uma “epidemia de informação” e que a letalidade do coronavirus é, por exemplo, muito inferior à da gripe espanhola.

A pandemia chegou ao nosso país? “A Organização Mundial de Saúde (OMS) diz que não”. Eis a resposta dada esta segunda-feira, 10 de fevereiro, pelo médico Ricardo Mexia, na Associação para o Desenvolvimento Económico e Social (SEDES), em Lisboa. “Além dos problemas enfrentados na China com esta doença – as situações mais graves concentram-se na zona da Wuhan –, por isso o que existe verdadeiramente neste momento a nível internacional é uma epidemia de informação, uma ‘infodemia’, que leva a situações tão absurdas como a redução de vendas de cerveja na marca Corona, ou a teorias da conspiração que sugerem que o vírus apareceu na zona onde estão os laboratórios de Wuhan, o que faz com que boa parte dos impactos deste problema sejam de ordem económica”, comenta Ricardo Mexia.

Foi mais um “Fim de tarde na SEDES com quem sabe”, desta feita a debater o tema “Coronavirus e o impacto na sociedade”, com a participação de Ricardo Mexia, presidente da Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública (www.anmsp.pt), e de Peter Villax, presidente da Associação Portuguesa de Empresas Familiares, membro do Conselho de Administração e da Direcção da Health Cluster Portugal, presidente da Comissão de Propriedade Intelectual da Associação Comercial de Lisboa/CCI, vice-presidente da Farma e Inovação e membro do Conselho de Administração da Hovione.

Ricardo Mexia explicou que a associação de médicos internos de saúde pública é composta por 250 profissionais de Medicina e funciona como uma “comunidade científica” que, no caso do coronavírus, tem acompanhado a sua evolução – um vírus designado cientificamente como “2019 – nCov” –, bem como a respetiva cadeia de transmissão em mais de um continente, o que permite caraterizar esta doença como uma pandemia.

Originada num vírus que foi transmitido do animal para o homem, passando eventualmente do morcego, através de um intermediário que terá sido o pangolim, até chegar ao homem, o “nCov” provoca uma patologia respiratória, com sintomas de tosse, febre e dificuldade respiratória, o que corresponde a um quadro de doença com sintomas que se podem confundir com uma gripe lenta.

A comunidade médica internacional já enfrentou outras patologias semelhantes, como em 2003/2004 a SARS (a Síndrome Respiratória Aguda Grave) que também surgiu na China, no final de 2002, ou posteriormente a MERS (a Síndrome Respiratória do Médio Oriente) cujo vírus foi detetado na Jordânia e na Arábia Saudita em 2012.

No caso do MERS, embora tenha ficado maioritariamente restringido à zona da península arábica, até ao começo de 2018 houve 2.220 casos confirmados, que provocaram 790 mortes. A maioria das mortes foi registada na Arábia Saudita, mas depois da fase mais crítica voltaram a ser detetados novos casos. Também houve situações de coronavírus da MERS em geografias fora do Oriente Médio, contando-se entre os países afetados a Tunísia, o Reino Unido, França, Alemanha e Itália, sobretudo em pessoas que viajaram ou trabalharam no Oriente Médio.

Um novo surto de MERS por coronavírus foi registado na Coreia do Sul, entre maio e julho de 2015, com mais de 180 casos e 36 mortes. No caso da MERS, as situações mais graves foram registadas no Egito, Omã, Qatar e Arábia Saudita, onde os camelos (dromedários) podem ter sido a fonte primária de infeção das pessoas. No entanto, a comunidade científica não determinou com rigor a forma como o vírus passou dos camelos para as pessoas, sendo mais vulneráveis em homens idosos, em doentes diabéticos ou com doenças crónicas renais. Esta reincidência dos coronavírus coloca o receio de poder haver repetição destas doenças nos anos vindouros, embora seja difícil ter certezas a este respeito.

Ricardo Mexia explicou que o contágio dos coronavírus é geralmente feito por doentes com tosse, que projetam no ar as gotículas expelidas pela tosse, ou por espirros de quem está infetado com o vírus. No coronavírus oriundo da China, na região de Wuhan, localizada na Província de Hubei, os sintomas costumam surgir num intervalo de catorze dias, manifestando-se de forma lenta e gradual, ao contrário da gripe tradicional que tem um desenvolvimento muito rápido, com sintomas imediatos de febre, frio, dores musculares e mal-estar geral.

O médico esclareceu que até às 16h00 de segunda-feira, 10 de fevereiro, Ricardo Mexia o novo coronavírus de Wuhan já causou 910 mortes e infetou mais de 40 mil pessoas, sendo “uma doença essencialmente concentrada na Província chinesa de Hubei”, admitindo-se que “os casos transmitidos para fora da China são comparativamente residuais”. Contudo, o número de doentes não deverá parar, prevendo-se aumentos nas próximas duas semanas, sobretudo devido ao efeito do fim das férias na China, prolongadas pelas comemorações das festividades do Ano Novo Lunar chinês.

Comparando com a severidade de outros vírus, este coronavírus – segundo Ricardo Mexia –, é menos agressivo e menos letal (o seu grau de mortalidade ronda os 2% de casos infetados), o que fica francamente abaixo das taxas de mortalidade provocadas pelo SARS (de 10%), da grips espanhola (também com 10%), da varíola (com 30%), do Ebola (com 50%) ou da gripe aviária (que chegou aos 60%), segundo dados médicos internacionais.

Com o desenvolvimento do conhecimento médico sobre este coronavírus, Ricardo Mexia considera que a capacidade de diagnóstico melhore muito rapidamente e que haja utilização de mais eficazes meios de combate a este surto. “Em Portugal a situação não constitui qualquer problema porque os dois casos em vigilância esperavam resultados laboratoriais do Instituto Ricardo Jorge”, adiantou, esclarecendo que “as 20 pessoas que ficaram em quarentena não são doentes e apenas foram submetidas a isolamento voluntário que terminará no próximo domingo – aliás, se quisessem poderiam ter feito a quarentena no seu domicílio”.

Relativamente às recomendações a seguir pela população em geral, Ricardo Mexia recordou as boas práticas de higiene, como lavar as mãos diversas vezes por dia, ou usar máscaras em zonas com grandes concentrações de pessoas, esclarecendo igualmente que “não há restrições a viagens”, apenas cuidados reforçados relativamente a pessoas que vieram de países asiáticos.

A China tem 99% dos doentes com coronavirus. Só 1% estão no resto do mundo. Mas “os efeitos económicos desta doença sentem-se a nível mundial”, alertou o administrador da Hovione, Peter Villax, no debate sobre o coronavírus e as consequências para a economia e para o mundo, promovido pela SEDES em Lisboa.

O coronavírus “é uma epidemia chinesa”, explicou o empresário Peter Villax, esta segunda-feira, 10 de fevereiro, em Lisboa, admitindo que os efeitos económicos deste problema serão sentidos a nível mundial. O vice-presidente da Farma e Inovação e Chairman da Hovione Capital participou na última edição dos debates “Fim de tarde na SEDES com quem sabe”, abordando o tema “Coronavirus e o impacto na sociedade”.

Peter Villax explicou que 72% dos casos de pessoas infetadas com o coronavírus “2019-n-CoV” (que é a designação científica do vírus) estão circunscritos à província chinesa de Hubei. No resto da China estão 27% dos doentes e apenas 1% no resto do mundo. No entanto, esta situação “tem consequências económicas muito graves para a China, decorrentes dos bloqueios da mobilidade das pessoas entre várias áreas do território chinês, o que implica que não produzam, não distribuam produtos, nem vendam, nem consumam e os impactos do coronavírus na China projetam-se sobre a economia mundial, afetando todas as áreas, desde a produção à logística, passando pela distribuição e pelo consumo”, refere Peter Villax. Entre os sectores afetados encontram-se “os medicamentos, os produtos alimentares, as bebidas, o turismo, os transportes e os centros de lazer”, diz o empresário.

“A doença ainda está numa fase de crescimento e o número de casos novos ainda deverá aumentar até atingir a estabilização, mas temos de perceber que estamos a analisar uma epidemia chinesa, centrada na Província de Hubei”, comentou Peter Villax.

“Este coronavírus tem um longo período de incubação, o que dificulta o controlo da epidemia, mas em contrapartida tem uma taxa de mortalidade relativamente baixa e, além disso, tem uma presença verdadeiramente residual no resto do mundo”, adianta o empresário.

“A próxima semana vai ser muito importante para entender a dimensão deste problema, porque a epidemia atingirá um pico, coincidente com os chineses que vão regressar das férias de festejo do seu Ano Novo”, refere Peter Villax. “Apesar dos problemas existentes em Hubei, esta epidemia caminha rapidamente para o controlo, embora ainda esteja na fase de crescimento, porque a verdade é que há indicadores que provam que a taxa de crescimento de novos casos está a baixar e que a taxa de crescimento dos casos de recuperação é superior à taxa de crescimento de novos casos”, comenta o empresário.

Por isso, Peter Villax considera que “se as tendências atuais se mantiverem, podemos esperar o pico da epidemia na próxima semana, mesmo admitindo como variável imponderável o regresso das férias do Ano Novo”.

Peter Villax critica a ênfase excessiva que a informação televisiva tem vindo a dar ao tema do coronavírus, destacando sempre os mortos registados. “Vi aberturas de telejornais com 89 mortos confirmados, o que apenas beneficia as empresas que vendem máscaras respiratórias, pois sei que há perspetiva de serem vendidos 500 milhões de máscaras”, refere Peter Villax, adiantando que teve contactos para vender máscaras em Singapura e Hong Kong.

Esta crise do coronavírus coloca questões para o futuro, que Peter Villax considera serem decisivas, sobretudo a de saber como vai a China reagir aos mercados de animais vivos – sendo admissível que possa proibir este tipo de mercados –, pois “é nestes mercados que começam quase todas as epidemias na China”, refere.

Além disso, “a China tem um sistema político com 70 anos, mas que “ainda tem dificuldade em gerir más notícias”, considera Peter Villax, referindo-se à incomodidade sentida pela China em relação aos médicos que detetaram a existência deste coronavírus. Finalmente, Peter Villax lançou à sociedade o debate de saber “de que forma é que podemos ter uma comunicação social em que o dever de informar não amplifique os problemas”.

“Orçamento de Estado 2020

Com Joaquim Miranda Sarmento e Paulo Trigo Pereira

Poderá aceder à transmissão da conferência realizada no dia 20 de janeiro na SEDES, através do seguinte link:

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/oe-2020-em-debate-na-sedes-assista-a-conversa-com-paulo-trigo-pereira-e-joaquim-miranda-sarmento-537541

“Produtividade

Com Fernando Alexandre

Poderá aceder à transmissão da conferência realizada no dia 13 de janeiro na SEDES, através do seguinte link:

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/produtividade-em-debate-na-sedes-assista-a-conversa-com-o-economista-fernando-alexandre-534986

“Agricultura

Com José Diogo de Albuquerque

 

 

Poderá aceder à transmissão da conferência realizada no dia 16 de dezembro na SEDES, através do seguinte link:

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/agricultura-em-debate-na-sedes-assista-a-intervencao-de-jose-diogo-de-albuquerque-526751

“Competitividade e crescimento

Por Manuel Caldeira Cabral

 

Poderá aceder à transmissão da conferência realizada no dia 9 de dezembro na SEDES, através do seguinte link:

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/competitividade-em-debate-na-sedes-assista-a-intervencao-de-manuel-caldeira-cabral-523409

“Que futuro para a ADSE”

“O sistema atual é perverso para a saúde pública”, diz João Proença

Presidente do Conselho Geral e de Supervisão da ADSE lança críticas duras a quem entende pôr em causa a sustentabilidade do sistema

Poderá aceder à transmissão da conferência realizada no dia 25 de novembro, através do seguinte link:

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/que-futuro-para-a-adse-assista-a-intervencao-de-joao-proenca-na-sedes-518230

joana vidal

“A corrupção e autonomia do Ministério Público”


“A luta contra a corrupção na perspetiva da criminalidade económica e financeira não diz unicamente respeito aos tribunais”
, defendeu a ex-Procuradora-Geral da República, Joana Marques Vidal, na conferência realizada na SEDES, que contou com a participação do jornalista Luís Rosa.

Poderá aceder à transmissão da conferência realizada no dia 1 de julho, através do seguinte link:
https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/joana-marques-vidal-corrupcao-poe-em-causa-estado-de-direito-democratico-462215

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“O País que somos e o País que queremos ser?”

Abstraindo-me do desacordo entre voluntaristas, conspiracionistas e cépticos, direi que, se os homens, se as suas comunidades politicamente organizadas, não se empenharem em fazer a sua própria história, isto é, a sua unidade e continuidade, outros a farão por si ou, simplesmente, “ela mesma se fará sem contar com”[1] eles.

No primeiro “Fim de tarde na Sedes com quem sabe”, Alexandre Homem Cristo, antigo membro do Conselho Nacional da Educação, analisou o passado, o presente e o futuro do ensino nas suas diferentes componentes – a escola, os alunos e os professores.

Destaque

Reforma do sistema eleitoral

Realiza-se na próxima sexta-feira, 20 de Dezembro às 10h00, no plenário da Assembleia da República, o debate parlamentar da nossa Petição nº 589/XIII/4 – LEGISLAR O PODER DE OS CIDADÃOS ESCOLHEREM E ELEGEREM OS SEUS DEPUTADOS.

Será possível assistir nas galerias, fazendo-se a entrada pela porta lateral do Palácio, que dá para o jardim da Rua de São Bento.

Reforma do sistema eleitoral: Petição entregue no Parlamento

A petição “Legislar o poder de os cidadãos elegerem os seus deputados”, promovida pela SEDES e pela APDQ – Associação Por uma Democracia de Qualidade e que recolheu 6.817 assinaturas, foi entregue ao Presidente da Assembleia da República, Dr. Ferro Rodrigues, e brevemente será discutida em plenário pelos deputados.

https://we.tl/t-Dyj6kkhkSF

Presidente da República recebe nova direção

A nova direcção da SEDES foi recebida, no passado dia 6 de Junho, em audiência no Palácio de Belém, pelo Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa.

SEDES assinala 38 anos do acidente de Camarate

Assinala-se hoje o 38º aniversário do acidente de Camarate no qual faleceram Francisco Sá Carneiro, Snu Abecassis, Adelino Amaro da Costa, António Patrício Gouveia e os dois pilotos da aeronave onde se deslocavam para o Porto a fim de participarem no comício integrado da campanha eleitoral do candidato presidencial António Soares Carneiro. Francisco Sá Carneiro e António Patrício Gouveia eram membros ativos da SEDES, tendo Sá Carneiro sido um dos seus membros fundadores. Ler mais

PETIÇÃO: LEGISLAR O PODER DE OS CIDADÃOS ESCOLHEREM E ELEGEREM OS SEUS DEPUTADOS
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Opinião

João Duque

Lixo

Análise da Conjuntura Económica
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